DOYLE, Arthur Conan – As Aventuras de Sherlock
Holmes.1ªed.Barcelona:Bárbara Palla e Ramos,2000.ISBN 972-611-691-0
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O livro que escolhi ler foi “As Aventuras de Sherlock
Holmes”, escrito pelo bastante conhecido escritor britânico Sir Arthur Conan
Doyle. Este livro é uma verdadeira obra prima no que toca ao género policial,
com as suas descrições bastante detalhadas que nos fazem imergir na história e
imaginar tudo, quer pessoas quer lugares, pormenor. Porem não é só isso que
fascina, a maneira como as ideias estão interligadas de modo a que o mistério
tenha uma solução credível, quer fantástica quer bastante simples, é
simplesmente soberba.
Este livro tem no total 12 histórias mas aqui vou apenas
referir a mais interessante. Primeiro de tudo à que referir as personagens mais
importantes e estas são com certeza o detetive Sherlock Holmes e o seu
companheiro, doutor Watson. Sherlock Holmes não é um detetive qualquer pois
este utiliza apenas as pistas e factos existentes e, através do seu
impressionante raciocínio, utiliza o método da dedução para chegar ao fundo do
mistério. Pelo o outro lado, Watson não tem uma mente brilhante e por vezes
fica espantado com a capacidade mental do seu companheiro, porem este acaba sempre
por ser indispensável na resolução dos mistérios, mesmo não sabendo como.
Como podemos imaginar praticamente todos as histórias
localizam-se em Inglaterra, uns na grande cidade e outros em zonas mais rurais.
A história que aqui vou referir localiza-se precisamente numa destas zonas. A
história chama-se “O mistério do vale Boscombe” e relata o mistério que
envolvia a morte de um proprietário rico chamado Charles Macarthy, ao pé do
lago Boscombe. Tudo apontava para que tivesse sido o filho deste a cometer o
crime, porem, graças ao engenho de Holmes, ficou-se a saber que tinha sido John
Turner, outro grande proprietário local. Esta conclusão foi baseada
principalmente em provas encontradas no local do crime que o levaram a deduzir
que o culpado coxeava da perna esquerda, através das pegadas, que fumava
charutos indianos, através de cinzas e também através de uma palavra relativa
ao passado dos dois, Ballarat, antiga alcunha de Turner. No fim Holmes
confronta este com a verdade fazendo-o admitir o crime porem este morreu poucos
meses depois devido a uma doença, não cumprindo assim nenhum castigo. Se calhar
depois disto tudo até podemos pensar que tudo foi em vão por este não ter sido
sentenciado mas um rapaz inocente foi salvo de ir para a cadeia sem razão
nenhuma, tendo assim oportunidade de casar com a rapariga de quem gostava, a
filha de Turner.
Depois deste extenso texto acho que é correto afirmar que
fiquei bastante contente com esta leitura e recomendaria a qualquer leitor
interessado por policiais ou até qualquer leitor em geral.
Data: 05/01/2014
NOME: Diogo Filipe Pereira de Sousa Ano/Turma: 9ºA Nº 5
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