domingo, 12 de janeiro de 2014




DOYLE, Conan – “As aventuras de Sherlock Holmes” . Lisboa: Dom Quixote, 2003




Resolvi ler “As aventuras de Sherlock Holmes” porque sempre gostei de livros policiais, o mistério de quem é o culpado e as suas razões para cometerem o crime mantêm-se até ao fim e isso faz com que tenhamos curiosidade para ler, e é fascinante a maneira que Sherlock explica e descobre o culpado com os mínimos detalhes.
O livro contém 7 contos, A Aventura dos Seis Napoleões, A Aventura da Escola da Abadessa, A Aventura da Luneta de Ouro, A Aventura de Abbey Grange, A Aventura dos Bonecos Dançantes, A Aventura da Casa Vazia e A Aventura da Ciclista Solitária.
Embora tenha gostado de todos os meus favoritos foram o primeiro, o quinto e o sétimo. No primeiro começa com um simples roubo de dois bustos de Napoleão que depois de um assassinato começa a investigar o caso e descobrem a existência de mais um busto e esperam que o suspeito tente roubar o busto, depois de o apanharem Sherlock explica que o terceiro busto continha A perola negra dos Bórgia por isso o assaltante sempre levava os bustos de Napoleão. No quinto Hilton Cubitt pede a Sherlock que investigue os bonecos que aparecem desenhados na porta de sua casa dirigidos a sua mulher que ficou muito assustada, ao longo do conto vai aparecendo mais bonecos desenhados na porta até que Sherlock acha melhor ir a North Walsham onde habita Hilton mas Sherlock não consegue impedir a tragédia que se sucede, o criminoso Abe Slaney que escrevia os bonecos na porta, assassinou Hilton Cubitt: Porque era apaixonado pela senhora de Hilton Cubitt. E por último o sétimo que fala de  Violet Smith que ao vir do trabalho é perseguida por um ciclista mas sempre que tenta descobrir quem é, o outro ciclista foge, por isso pede ajuda a Sherlock, que no final descobre que o ciclista que perseguia Viole era o  Senhor Carruthers, que queria protege-la do Senhor Woodley que queria casar com Violet a força para ficar com a Riqueza dela.
O meu personagem favorito é Sherlock Holmes embora seja um pouco arrogante e irónico e a sua mente genial isso faz com que a sua personalidade seja fascinante.
Uma das frases favoritas do livro: «Fá-lo-ei, querido Watson. Fá-lo-ei.(…)».                                                                                                                                                                                                             
Embora o livro tenha sido escrito a muito tempo, é um livro muito interessante e envolvente que continua na moda nos contando as aventuras do detective mais famoso do mundo.





Data: 03 / 01 / 2014


NOME: Cristiana Isabel Oliveira Nunes Ano/Turma: 9ºA  Nº 4

Sem comentários:

Enviar um comentário