DOYLE, Conan – “As aventuras de Sherlock Holmes” .
Lisboa: Dom Quixote, 2003
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Resolvi ler “As aventuras de Sherlock Holmes” porque
sempre gostei de livros policiais, o mistério de quem é o culpado e as suas
razões para cometerem o crime mantêm-se até ao fim e isso faz com que tenhamos
curiosidade para ler, e é fascinante a maneira que Sherlock explica e descobre
o culpado com os mínimos detalhes.
O livro contém 7 contos, A Aventura dos Seis Napoleões,
A Aventura da Escola da Abadessa, A Aventura da Luneta de Ouro, A Aventura de
Abbey Grange, A Aventura dos Bonecos Dançantes, A Aventura da Casa Vazia e A
Aventura da Ciclista Solitária.
Embora tenha gostado de todos os meus favoritos foram o
primeiro, o quinto e o sétimo. No primeiro começa com um simples roubo de dois
bustos de Napoleão que depois de um assassinato começa a investigar o caso e
descobrem a existência de mais um busto e esperam que o suspeito tente roubar o
busto, depois de o apanharem Sherlock explica que o terceiro busto continha A
perola negra dos Bórgia por isso o assaltante sempre levava os bustos de
Napoleão. No quinto Hilton Cubitt pede a Sherlock que investigue os bonecos que
aparecem desenhados na porta de sua casa dirigidos a sua mulher que ficou muito
assustada, ao longo do conto vai aparecendo mais bonecos desenhados na porta
até que Sherlock acha melhor ir a North Walsham onde habita Hilton mas Sherlock
não consegue impedir a tragédia que se sucede, o criminoso Abe Slaney que
escrevia os bonecos na porta, assassinou Hilton Cubitt: Porque era apaixonado
pela senhora de Hilton Cubitt. E por último o sétimo que fala de Violet Smith que ao vir do trabalho é
perseguida por um ciclista mas sempre que tenta descobrir quem é, o outro
ciclista foge, por isso pede ajuda a Sherlock, que no final descobre que o
ciclista que perseguia Viole era o
Senhor Carruthers, que queria protege-la do Senhor Woodley que queria
casar com Violet a força para ficar com a Riqueza dela.
O meu personagem favorito é Sherlock Holmes embora seja
um pouco arrogante e irónico e a sua mente genial isso faz com que a sua
personalidade seja fascinante.
Uma das frases favoritas do livro: «Fá-lo-ei, querido
Watson. Fá-lo-ei.(…)».
Embora o livro tenha sido escrito a muito tempo, é um
livro muito interessante e envolvente que continua na moda nos contando as
aventuras do detective mais famoso do mundo.
Data: 03 / 01 / 2014
NOME: Cristiana Isabel Oliveira Nunes Ano/Turma: 9ºA Nº 4
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